Junções Artesanais
Em uma nova etapa do mercado cervejeiro no Brasil, começaram junção e/ou vendas de micro cervejarias.
Nos últimos tempos, podemos citar a venda da Lund de Ribeirão Preto, que está em funcionamento desde 2008 e é a segunda mais antiga cervejaria artesanal da cidade. A Lund tem sete rótulos de linha e sazonais. Em 2015, passaram por uma reestrutura e agora conseguem produzir até 90 mil litros/mês. Quem adquiriu a Lund foi um grupo investidor, o BGF Alliance, de Sertãozinho/SP, ligado ao ramo cervejeiro fazem 30 anos com atuações por exemplo em materiais industriais em inox, equipamentos para cervejarias, barris em inox e growler. A aquisitante diz que vai manter a proposta e a essência da Lund.
Outro acontecimento recente é a proposta de fusão entre as cervejarias Schornstein (Pomerode/SC) e Leuven (Piracicaba/SP). Elas criarão uma força maior, chamada CBCA (Companhia Brasileira de Cerveja Artesanal) com objetivo de maior capilaridade e escoamento dos produtos, tendo como base para produzir todos os rótulos tanto na fábrica catarinense, quanto na paulista, logo poder oferecer as cervejas mais frescas. Além disto, já está sendo montada uma terceira fábrica em Salvador/BA, desta forma, atenderão bem mais facilmente, as regiões Sul, Sudeste e Nordeste. A Leuven está no mercado desde 2010 e a Schornstein foi fundada em 2006 e já teve uma fábrica em Holambra/SP que foi adquirida em 2009 e foi vendida a planta em 2016.
O interessante de tudo isso é trazer para informar e para pensar nas diversas possibilidades que o mercado de cervejas especiais e artesanais, podem tomar, são rumos diferentes, são soluções diferentes e de repente adequações de sobrevivência. Eu entendo que ideias como essas podem fortalecer e facilitar que o consumidor possa curtir sua boa cerveja com preços e rótulos mais acessíveis e com qualidade de produto.
Qual sua opinião de tudo isso?
Fontes: https://catalisi.com.br/cervejaria-lund-de-ribeirao-preto-e-vendida-para-holding-bgf-alliance/